"Atualizações" Dr. Reginaldo Felix fala sobre as 4 prisões em Guariba da Polícia Civil e a Polícia Federal, veja o vídeo
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Notícias de Guariba
- Terça, 03 de fevereiro de 2026 às 16:15
Dr. Reginaldo Felix fala sobre prisões em Guariba. Reportagem de Rogerio Constantino
POLÍCIA CIVIL DE ASSIS DEFLAGRA OPERAÇÃO “PRIMEIRA IMPRESSÃO”, EM COMBATE A CRIMES DE ESTELIONATO PRATICADOS POR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA .
A ação policial cumpriu mandados judiciais em diversas cidades do interior do Estado de São Paulo.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio do 4º Distrito Policial de Assis, subordinado ao Deinter-8 de Presidente Prudente, na manhã desta terça-feira (03/02/2026), deflagrou a operação denominada “Primeira Impressão”, voltada ao combate à prática dos crimes de estelionato, receptação e organização criminosa, sendo o nome da operação uma alusão ao “modus operandi” empregado, no qual os fraudadores se utilizam de cadastro empresarial regular (CNPJ) de terceiros para adquirir produtos de forma fraudulenta.
As investigações tiveram início após o registro de ocorrência em 27 de janeiro de 2025, revelando a atuação de uma organização criminosa estruturada e voltada à prática reiterada dos crimes de estelionato e receptação de produtos. A empresa vítima, com sede no município de Assis/SP, suportou prejuízo financeiro estimado em noventa mil reais, ao vender mercadorias aos fraudadores, os quais utilizaram indevidamente CNPJ legítimo de terceiros para a aplicação do golpe, sendo as mercadorias entregues nas cidades de Botucatu, Araras e Pirassununga, no interior do Estado de São Paulo.
O esquema criminoso consistia na realização de compras mediante a utilização de cadastro empresarial regular, conferindo aparente legitimidade à transação; para evitar suspeitas, os criminosos efetuavam o pagamento do valor de entrada, aumentando a confiança do vendedor; posteriormente, alteravam o endereço cadastral do CNPJ para local estratégico, garantindo o recebimento das mercadorias. Após a entrega, interrompiam o pagamento das parcelas remanescentes e bloqueavam todos os meios de comunicação com a empresa vítima.
No curso das investigações, foram identificadas dez pessoas envolvidas no esquema criminoso, as quais já teriam praticado a mesma modalidade de golpe contra outras empresas vítimas, sendo o núcleo da organização criminosa sediado na cidade de Guariba/SP.
Diante da robustez dos elementos probatórios colhidos e da continuidade delitiva, a Autoridade Policial representou pela decretação de medidas cautelares de busca e apreensão domiciliar, cumuladas com mandados de prisão temporária, as quais foram devidamente autorizadas pelo Poder Judiciário.
A deflagração da operação “Primeira Impressão” contou com a participação de (48) quarenta e oito policiais civis do Deinter-8 – Presidente Prudente e (14) quatorze viaturas da Polícia Civil, visando ao cumprimento de (08) oito mandados de prisão temporária e (26) vinte e seis mandados de busca e apreensão, nas cidades de Guariba, Motuca, Rincão, Pirassununga, Botucatu, Araras e Hortolândia.
No decorrer da operação foram cumpridos (26) vinte e seis mandados de busca e apreensão, (08) oito mandados de prisão temporária, sendo capturados (06) seis investigados, permanecendo (02) indivíduos foragidos, também foram apreendidos dispositivos eletrônicos, e demais objetos de interesse a investigação, sendo que as diligências prosseguem.
Após a conclusão dos trabalhos de Polícia Judiciária, os capturados serão recolhidos a estabelecimentos prisionais, onde passarão por audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reafirma seu compromisso com o combate à criminalidade, com a efetiva responsabilização de seus autores e com a preservação da ordem pública.
Polícia Federal prende homem por crimes de abuso sexual infanto juvenil na internet
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (3), a Operação Hórus 10, com o cumprimento de mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão no município de Guariba (SP). A ação integra o trabalho permanente da PF no combate aos crimes de exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes na internet.
De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia da Polícia Federal em Ribeirão Preto, o suspeito teria se passado por uma adolescente entre outubro de 2021 e setembro de 2023, utilizando perfis falsos no Instagram e WhatsApp para induzir menores de idade a produzir e compartilhar material de conteúdo sexual. Ao menos cinco vítimas, todas menores de 14 anos à época, foram identificadas.
Inicialmente, o investigado negou as acusações e alegou que suas contas haviam sido invadidas, porém apresentou contradições ao ser confrontado com as provas reunidas pela Polícia Federal.
O homem foi preso e conduzido à sede da PF, onde foi formalmente interrogado, na presença de sua advogada. Ele poderá responder pelos crimes de indução de menores à produção de material sexual, exibição sexual por meio eletrônico, compartilhamento e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
Durante a operação, um aparelho celular foi apreendido e será submetido à perícia criminal. As investigações seguem em andamento para identificar possíveis outras vítimas.
A Polícia Federal reforça que denúncias de crimes contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo Disque 100 ou diretamente às autoridades policiais, destacando a importância da participação da sociedade no enfrentamento desse tipo de violência.
O nome da operação, Hórus 10, faz referência à mitologia egípcia, na qual Hórus é associado à proteção e à justiça. O “Olho de Hórus” simboliza vigilância e a capacidade de revelar o que está oculto, refletindo o objetivo da ação de identificar crimes praticados de forma clandestina e proteger as vítimas.
A Polícia Federal também alerta pais e responsáveis sobre a importância de orientar e monitorar crianças e adolescentes no ambiente virtual, conversando sobre os riscos, acompanhando o uso de redes sociais e aplicativos, e ficando atentos a mudanças de comportamento que possam indicar situações de risco.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (3), a Operação Hórus 10, com o cumprimento de mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão no município de Guariba (SP). A ação integra o trabalho permanente da PF no combate aos crimes de exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes na internet.
De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia da Polícia Federal em Ribeirão Preto, o suspeito teria se passado por uma adolescente entre outubro de 2021 e setembro de 2023, utilizando perfis falsos no Instagram e WhatsApp para induzir menores de idade a produzir e compartilhar material de conteúdo sexual. Ao menos cinco vítimas, todas menores de 14 anos à época, foram identificadas.
Inicialmente, o investigado negou as acusações e alegou que suas contas haviam sido invadidas, porém apresentou contradições ao ser confrontado com as provas reunidas pela Polícia Federal.
O homem foi preso e conduzido à sede da PF, onde foi formalmente interrogado, na presença de sua advogada. Ele poderá responder pelos crimes de indução de menores à produção de material sexual, exibição sexual por meio eletrônico, compartilhamento e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
Durante a operação, um aparelho celular foi apreendido e será submetido à perícia criminal. As investigações seguem em andamento para identificar possíveis outras vítimas.
A Polícia Federal reforça que denúncias de crimes contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo Disque 100 ou diretamente às autoridades policiais, destacando a importância da participação da sociedade no enfrentamento desse tipo de violência.
O nome da operação, Hórus 10, faz referência à mitologia egípcia, na qual Hórus é associado à proteção e à justiça. O “Olho de Hórus” simboliza vigilância e a capacidade de revelar o que está oculto, refletindo o objetivo da ação de identificar crimes praticados de forma clandestina e proteger as vítimas.
A Polícia Federal também alerta pais e responsáveis sobre a importância de orientar e monitorar crianças e adolescentes no ambiente virtual, conversando sobre os riscos, acompanhando o uso de redes sociais e aplicativos, e ficando atentos a mudanças de comportamento que possam indicar situações de risco.
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